Exposição Permanente do AMRT

Esquema geral da Exposição Permanente do AMRT

Entrada da exposição com fotografia de uma montanha de Timor-Leste e uma de uma sessão de alfabetização durante a guerrilha.

Ali também Timor, que o lenho manda
Sândalo, salutífero e cheiroso

Os Lusíadas, Canto X, Luís de Camões, 1572

Breve resumo da História de Timor com destaque para a chegada dos portugueses (1512-1515), a primeira descrição do território por Antonio Pigafetta (1522), cronista de Fernão de Magalhães e as sucessivas revoltas contra o colonialismo.

Painéis com informação, documentos e imagens do período pós-25 de Abril de 1974

A 28 de Novembro de 1975, foi proclamada unilateralmente a independência de Timor-Leste.





Uma visitante lendo o texto da Proclamação da Independência.

Na madrugada de 7 de Dezembro de 1975, a Indonésia invade Timor-Leste com um enorme dispositivo militar, após obter a concordância expressa de Gerald Ford e Henry Kissinguer.

As populações fogem para as montanhas onde organizam a resistência.

Nos primeiros 4 anos de ocupação, Timor-Leste perdeu um quarto da população.






A sala dedicada à Resistência Armada comporta numerosa informação histórica sobre as suas diferentes fases e, bem assim, vitrinas com armas, rádios e fardas usadas durante a luta.





A Exposição Permanente apresenta ainda numerosos quadros sobre a Frente Externa da Resistência e a Frente Clandestina - com especial relevo para a figuração de um preso político na cadeia de Balide, em Dili.



O Povo Timorense tem o direito inalienável a dispor livremente do seu próprio destino.

Mário Soares, Dezembro de 1991

O Massacre de Santa Cruz e a solidariedade internacional que despertou merecem destaque na Exposição.

Também o assalto de estudantes timorenses à Embaixada dos EUA em Jakarta foi tratado através de uma representação cénica. Em ambas as imagens, alguns dos paticipantes nessa acção.



Ao longo da Exposição, são apresentados com grande destaque quadros cronológicos iluminados.




O referendo, que se efectuou no dia 30 de Agosto de 1999, expresso em 438.968 votos válidos, revelou uma maioria esmagadora de 344.580 a favor da independência, enquanto que apenas 94.388 optaram pela autonomia proposta pela Indonésia.


As forças ocupantes e as suas milícias lançaram uma campanha de terror e destruição. Mas Timor-Leste restaurou a sua independência em 20 de Maio de 2002.







Uma montagem fotográfica de grandes dimensões anuncia um monitor que apresenta dados estatísticos sociais e económicos sobre Timor-Leste.


A Exposição Permanente termina com a representação da entrada de um abrigo clandestino, através da qual os visitantes se dirigem à Sala Multimédia.

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